Passagem de Som: Domine em 5 Minutos

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Abrindo minhas postagens aqui no blog, venho falar de um assunto extremamente importante que muitas vezes é ignorado. A tão temida PASSAGEM DE SOM.

Mais importante do que muitos pensam, a passagem de som é o primeiro passo para chegar ao bis.

Concordo que muitas vezes pode não ser agradável pra um batera tocar o bumbo infinitas vezes, os “alô-som-teste” que nunca acabam, as microfonias ensurdecedoras… mas antes agora, sem platéia, do que depois com a casa cheia.

Antes de começar é importante saber:

  • P.A = “Public Address“, ou seja, som direcionado ao público.
  • MONITOR = som direcionado aos músicos. Conhecido como “retorno”.

E por onde começar a passagem de som?

Como técnico, considero que a passagem de som começa antes da banda subir no palco.

Rider técnico, mapa de palco, cuidado com posicionamento de spots (monitores de chão) e a escolha certa de microfones pode ser o primeiro passo para a gig sair como todos esperam.

Depois dos monitores e P.A alinhados (falaremos disso num próximo post), podemos começar.

Organização

Eu entendo que para um músico há uma vontade imensa de estar tocando enquanto está com o seu instrumento na mão. Porém, é muito importante que nessa hora o técnico da banda (falaremos da importância disso também numa próxima oportunidade) seja o chefe.

Não Toque…

…ou timbre o seu instrumento enquanto o técnico não falar! Se o batera começa a afinar a caixa, o guitarrista testar o pedal novo, o baixista tocar a introdução de “Around The World” ninguém acaba fazendo nada direito!

Passagem de som

Torna o processo cansativo e você terá menos tempo para se preparar para o show. Segue uma dica de como costumo trabalhar a partir desse ponto.

  • Um por vez, timbre seu instrumento. Todos timbrados? Beleza!
    • – “Batera, toca o bumbo! Todos que querem bumbo no seu retorno apontem o dedo pro alto.” Nesse tempo eu ajusto o ganho de entrada do bumbo, e vou subindo na via de quem pediu, cada um de uma vez.

Quando o sinal estiver suficiente na via, o músico deve abaixar a mão e esperar que todos sejam atendidos.

– “Batera, toca a caixa…” e assim segue o processo!

É fácil! ninguém fica pedindo coisas atropeladas. E se há um problema, já é detectado na hora e com um pouco de paciência todos saem satisfeitos.

  • Tente sempre deixar o volume do palco o mais baixo possível, principalmente em casas pequenas! O mixador fica de mãos atadas se o amplificador de guitarra, por exemplo, estiver com volume muito alto no palco.
  • Não procure um som de P.A no seu retorno, somente o necessário! Confie no seu técnico que lá na frente vai estar bom…P.A e monitor são coisas bem diferentes.
    • Ex.: Na via da voz, que geralmente precisa de uma base harmônica, a guitarra e o teclado já podem ser suficientes. No Baixo, bumbo e caixa podem ajudar.

Enfim, tudo depende do estilo da banda, das condições e de onde é a gig… mas a organização, meus amigos, ela é fundamental em qualquer lugar.

 
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