Tenho uma Banda… E Agora?

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Essa história de ter banda…

Moleques que geralmente gostam das mesmas coisas começam a se encontrar nos fins de semana para tocar e fazer um som. Isso é uma banda?

Cada um chega com uma sugestão, e começam a se reunir para tocar. Muitas vezes sem saber tocar direito, aprendem às pressas e de repente a primeira apresentação para um grupo de amigos, uma festa onde bate aquela louca vontade de tocar de novo.

Quando se dão conta, estão batizando a banda e se oferecendo no bar, na casa noturna e abrir o show de uma banda com mais estrada.

E vem a primeira composição de letra e música. Pronto: O bichinho picou de vez. E agora?

É difícil alguém pensar neste começo que é um trabalho. Ensaia nas horas de folga, fins de semana e não na semana de provas.

De repente um integrante começa a organizar as coisas: Logomarca, site, Canal no YouTube, gravação de ensaios, pré-produção, demo, um CD, levar a música para pessoas que entendem do assunto, conhecer bandas mais velhas, pegar conselhos e se reunir dias de semana à noite em estúdio para ensaiar.

Com o tempo, alguns vão se formar, começar a trabalhar, ou vão se casar e vão vender o instrumento. Você vai encontrar seus amigos na rua, num banco, num bar, num Shopping e vai perguntar:

“E aí, tá tocando?”

Você vai ouvir as mais variadas desculpas e motivos para dizer que não tem pegado no instrumento, ou que vendeu e nunca mais tocou. Seja para comprar o berço, para pagar o curso, ou mesmo que estava ocupando lugar de um quarto.

Se você passou por todas estas fases e ainda quer continuar tocando, você precisa fazer uma pergunta ao espelho: É só um hobby? Quero fazer sucesso com minhas músicas? Quero tocar cover na noite em bares?

Independente da resposta, você vai precisar se preparar. Sim, a preparação passa por todas as respostas que você se deu em frente ao espelho. A primeira dica que eu daria é:

Toque

Toque na aula, no ensaio, toque no show, toque na festa, toque no estúdio. Toque para a namorada, para o filho, para a mãe, para o pai. Quanto mais você toca, mais se acostuma com seu instrumento. Lembre-se que a voz também é um instrumento.

Quanto mais você se mostra para as pessoas, mais você vai tendo o retorno de quanto você agrada. Isto faz parte da preparação.

Muito mais do que entrar em estúdio com um super hiper maxi mega produtor experiente, mais do que gravar e querer tocar no rádio, na televisão, ter um vídeo clipe com milhões de visualizações, bem mais que tocar para 10 mil pessoas, o exercício é o melhor que você tem a fazer.

Tocar é se preparar. Se você é um compositor, toque suas músicas para o máximo de gente que você consiga. Olhe nos olhos da plateia, mostre suas músicas para o máximo número de pessoas possível. As outras coisas vão aparecer.

A sua relação com o instrumento, com o equipamento, palco, com o mercado, a sua relação com suas composições, ou com a produção do seu show, a sua intimidade com a música e com os demais músicos, tudo isso vem com a preparação e com o exercício.

Toque… toque muito. Além é claro de ter a satisfação de mostrar seu som, você vai pegar a cancha para fazer tudo o que você precisa e conhecer quem você precisa, pelo convívio e pela relação com o mundo da música.

O brilho nos olhos é importante e nem sempre sucesso é aparecer.

Muitas vezes sucesso é se realizar.

Boa sorte!

 
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